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1 Pe 3:15

NVI(Br) Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão (grifo meu) da esperança que há em vocês.

Certa vez ouvi de um pastor que pregar expositivamente é estudar,estudar e estudar. O mesmo ainda completou fazendo um paralelo com as palavras de Thomas Edson: “ao estudar a bíblia, você usa 99% de transpiração e 1% de inspiração, porem, na hora que estiver pregando, apenas 1% de transpiração e 99% de inspiração é usado”.

Sendo assim, no que diz respeito ao uso da pregação expositiva na igreja, pressupõe-se que um dos motivos da precariedade nos púlpitos seja o fato de que esta metodologia exige do pregador um esforço racional para a compreensão fiel da Palavra de Deus. Digo isso porque a ala dos pseudo-pregadores tem se apoiado mais na experiência do que no entendimento correto da Bíblia, que por sua vez, se obtêm por meio estudo sistemático da mesma. E os tais usam desculpas para se esquivar do compromisso de pregar os desígnios de Deus devido a exigência de fidelidade na exegese dos Escritos Sagrados.

O doutor em teologia José Roberto, enfatizando sobre o assunto de homilética diz que, existe um grupo significativo tornando a pregação expositiva infrutífera por se achar “espiritual”, “Santo”, “Puro” demais a ponto de não estudar a própria Bíblia.[1]

Há ainda aqueles que ainda dizem que é só abrir a boca que o Espírito Santo falará com a igreja. Pelo amor de Deus gente!!

Concordo com o professor Sergio Nogueira quando diz que “a fundamentação da fé cristã está atrelada a compreensão e a interpretação dos textos sagrados, na Bíblia (1º e 2º Testamentos)”.[2]

Estamos inserido em uma sociedade que clama por respostas da vida cotidiana, diante dessa problemática a igreja tem estar preparada para dar essa respostas, afim de conduzir o oprimido para um lugar de refugio e refrigério.

Portanto, dizemos com toda a certeza, temos que estudar, ler, meditar, analisar, questionar com intuito de promover a reflexão, para  o desenvolvimento do saber da Bíblia, de forma fiel, fazendo uma exegese criteriosa, sem levar nossos conceitos e vontades para os Textos Sagrados, deixando a Bíblia falar por si só.

por Rafael Batista

Referências:
[1] CHAGAS, J. R. de O. Curso de capacitação teológica. Kenosis Editora, 2011, p.268.
[2] NOGUEIRA, S. Introdução histórico – literária à Bíblia. Apostila de Graduação em Teologia.